Revista de Turismo do Nordeste

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Café da manhã, meia-pensão ou tudo incluso?

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Basicamente são três os regimes de alimentação oferecidos pelos hotéis na atualidade: café da manhã, meia-pensão e all-inclusive, este último traduzido para o português como tudo incluso. Opções que podem causar dúvidas na hora de reservar a hospedagem no destino escolhido. Mas afinal, o que é mais vantajoso para você? Mas calma. Antes de dizer o que prefere, ter em conta o tipo de viagem que vai ser feita deve ser fortemente analisado ao fazer esta escolha. Assim, para lhe ajudar na resposta, listamos as principais características de cada um desses sistemas, a fim de que tome a decisão acertada ao planejar a sua viagem.

O regime de alimentação mais tradicional em um hotel é ter incluso na diária apenas a primeira refeição do dia. Essa opção se encaixa perfeitamente em todos os destinos que oferecem passeios e lugares a serem explorados no entorno. Afinal, você não vai querer limitar os passeios e passar o dia preso ao restaurante do hotel, não é?

Já a meia-pensão considera no valor cobrado pela diária duas refeições ao dia, sendo as mais comuns o café da manhã e o jantar. As bebidas podem ou não estar inclusas, mas somente são servidas durante as refeições. Esse regime é indicado para quem quer aproveitar a estada, mas também explorar a região, com passeios durante o dia. Assim, se você é do tipo que não liga para a vida noturna e prefere ir para a cama cedo, também é uma boa opção.

Assim, você pode escapar do hotel logo após o café e voltar no fim do dia para jantar, sem se preocupar em ter que escolher um restaurante mais tarde. Além disso, quando a meia-pensão é fechada com antecedência, o custo do jantar é mais barato do que contratar a refeição individualmente, direto no hotel. Esse sistema de alimentação cai bem em muitos locais, mas principalmente onde a vida noturna é inexistente, como os destinos de praia isolados.

Sem preocupações

Por fim, temos o regime tudo incluso, mais conhecido como all-inclusive. Funciona assim: se paga um preço fechado e tem direito a todas as refeições, lanches e bebidas que quiser inclusos no valor do hotel. Na hora do check-out, não é necessário pagar nada a mais pelo que foi consumido durante a estada.

A quem é indicado? Para quem que encarar o hotel como o destino da viagem. O turista que mais aproveita o all- inclusive é o que praticamente não sai do complexo. É também uma boa pedida para quem vai viajar com crianças ou adolescentes e pode ter custos extras, às vezes muito acima do previsto, com alimentação e bebida. Nessa situação, você não precisa se preocupar com nada. Pode ser, ainda, uma boa opção para o bolso de quem gosta de beber. Uma vez que as bebidas alcoólicas estão inclusas no preço.

Esse regime é perfeito em se tratando de resorts, que são os destinos por si só e também onde a hospedagem é isolada do resto da região. No Brasil, por exemplo, a Costa do Sauípe tem essa última característica. Já no exterior, Punta Cana é um destino sob medida para o regime all-inclusive, já que a grande maioria das atividades se concentra no próprio hotel. Portanto, antes de planejar suas próximas férias, avalie bem o tipo de hotel e o regime de alimentação oferecido. Assim, você pode economizar e ter a melhor experiência no destino.

Com informações, Diário do Nordeste

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